O papa-moscas-canela é uma ave da subfamília Elaeniinae da família Tyrannidae, medindo 9 centímetros.
Habita os campos cerrados, cerrados e áreas arbustivas do Chaco paraguaio-boliviano. É tímido, empoleira-se baixo, próximo ao solo em hastes verticais de capim, onde entoa seu canto típico.
Apresenta distribuição disjunta nas campinaranas amazônicas ou “lavrados” e, no Brasil Central. É parcialmente migratória durante o inverno austral.
O papa-moscas-cinzento é uma ave da subfamília Fluvicolinae da família Tyrannidae, medindo 15cm de comprimento.
Vive nas copas de matas altas e de matas secundárias. Empoleira-se em galhos secos, sozinho, aos pares ou em grupos pequenos. Costuma permanecer imóvel por longos períodos empoleirado com o dorso arrepiado e a plumagem estufada.
Ocorre no Brasil centro-oriental, além do Amapá e ilha de Marajó, Bolívia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru, Bolívia, Argentina e Paraguai.
Não há registro dessa espécie no site
O papa-moscas-de-alder é uma ave da subfamília Fluvicolinae da família Tyrannidae.
Mede 14,5 centímetros. Pode ser confundida com a maria-fibiu(Empidonax traillii), difere desta pela cauda e asas mais longas, bico mais curto, cabeça-arrendondada mais escura e costas esverdeadas. Vocaliza um áspero “rreebeea” ou baixo “pew, peewi”.
Usulamente solitário, ocorre em beiras de matas e varjões alagados com árvores esparsas, mas não acompanha bandos mistos.
Migrante do Hemisfério Norte na porção setentrional da América do Sul entre agosto e fevereiro, pode ocasionalmente aparecer como vagante raro.
O papa-moscas-de-costas-cinzentas é uma ave da subfamília Elaeniinae da família Tyrannidae, medindo 9 centímetros.
Substitui o papa-moscas-canela(Polystictus pectoralis) em campos ruprestes e em áreas elevadas. É espécie pouco estudada em campo.
Ocorre na Serra do Espinhaço em Minas Gerais e na Bahia, e também, em chapadas próximas acima dos 900 metros, onde é endêmico.